CASA-CE acusa MPLA de irregularidades em Malanje e no Kwanza Sul

CASA-CE acusa MPLA de irregularidades em Malanje e no Kwanza Sul

Dirigentes da CASA-CE em nas províncias de Kwanza Sul e Malanje acusaram o MPLA e as autoridades de estarem envolvidos em campanhas irregulares para desacreditar e enfraquecer a coligação

O secretário-executivo provincial da CASA-CE em Malanje, Carlos Xavier Luís Lucas, disse que a preparação das eleições gerais deste ano decorre com irregularidades praticadas pelo principal adversário político, o MPLA.

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A recolha de cartões eleitorais e o registo de actos de intimidação contra filiados da coligação constam das inquietações apresentadas na cerimónia de abertura do ano político 2017 em Malanje.

"O regime em Malanje está tenso, isto por causa do fracasso das suas políticas sociais e económicas, é por isso, que optou em violentar os seus adversários políticos principalmente os dirigentes da CASA-CE, no intuito de minimizar o descrédito e a impopularidade que enfrenta diante do povo malanjino", disse.

O primeiro secretário provincial do MPLA, Norberto Fernandes dos Santos, pediu a população local à prestar atenção aos discursos de políticos em vésperas das eleições.

"Apelo ao povo de Malanje a não deixarem-se enganar por alguns políticos que fazem falsas promessas quando na prática até dos seus próprios partidos não sabem cuidar, optando pela mentira, pelo tribalismo, elementos que só criam divisão e discórdia no seio dos angolanos", alertou.

Por seu turno, o secretário da CASA-CE do Kwanza-Sul Domingos Sobral acusou o responsável local do MPLA de criar uma estrutura paralela ao Governo para travar a oposição.

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Sobral que falava esta quarta-feira, 11, na cidade do Sumbe aos órgãos de comunicação social estatais e privados, acusou o governador Eusébio Teixeira de ter levado para a província efectivos da Casa Militar da Presidência da República para neste período de campanha eleitoral intimidar militantes de outros partidos a aderirem ao maioritário a custo do dinheiro do Estado angolano.

"Este é um negócio em que está envolvido muito dinheiro do Estado proveniente da Presidência da República. O grupo está em todos os municípios, têm direito a alojamento", disse.

No entanto, a VOA tentou contactar, mas, sem sucesso, o primeiro secretário do MPLA Eusébio Teixeira, que se encontra ausente da província.

Fonte: www.voaportugues.com

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